Qual o tempo que temos?

Somos eternos aprendizes, todos os dias deparamos com novos ensinamentos.
Pois bem, esta semana acompanhei o falecimento de uma senhora de 101 anos. Vi o sopro da vida aos poucos deixando aquele corpo lentamente. Em reflexão imaginei como ela viveu. 100 anos é muita coisa, viveu demais, pensei! Então me lembrei da idade em que me encontro. 52 anos. Passei a acreditar que 100 anos é pouco, a vida que é breve por demais. Meus 52 anos me parecem alguns meses. Não consigo entender como passou tão rápido. Desta brevidade da vida vem a necessidade de nos desprender de algumas coisas mundanas que gastam tempo valioso. Dor, maldade crueldade, soberba, ostentação, covardia, inveja, avareza, calunia são parceiros fulminantes e consumidores desta brevidade. Sejamos mais virtuosos, gratos, felizes, simples, honestos, verdadeiros, amigos, fraternos, solidários, felizes enfim só temos tempo para o bem. Viver o bem faz bem. Viver o bem faz com que esta brevidade transforme anos longos em aparentemente em poucos dias pela sua leveza e paz que nos conduz pela curta caminhada mundana. Fazer o mal contrariamente é difícil, escolher caminhos tortuosos transformam estes dias em longos anos pesados e aparentemente intermináveis. O bem, a caridade o amor é um sonífero e tranquilizante natural, já o mal e a falta de humanidade trazem um peso para vida que aparentemente se torna interminável esta nossa breve passagem. Concluindo, junte-se apenas aos bons! Pois viver o bem faz bem.
Bom dia a todos!

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